Coisas simples e intensas
 

Viver um grande amor

 

Em nossa caminhada, buscamos entre outras prioridades, viver um grande amor, aquele que nos faz pensar que a figura que despertou esse sentimento em nós é o que há de mais importante em nossa vida (talvez realmente seja) e muitos de nós transforma esse ser tão amado em sua razão de viver, incluindo-o em absolutamente todos os seus planos, chegando a perder boas oportunidades para que nada atrapalhe essa relação.

Vamos levantar uma questão: quando encontramos esse amor priorizamos mais o “nós”, o “eu” ou colocamos o outro acima de tudo? Valorizar o “nós” seria ambos estarem dispostos a fazerem concessões e alguns acordos buscando juntos a felicidade um do outro. Dar valor ao “eu” é algo como exigir concessões e sacrifícios sem estar disposto a oferecer uma contrapartida, é concordar com o que o outro diz, mas fazer tudo a sua maneira, é exigir que suas vontades sejam atendidas sem se importar tanto com as do outro. Colocar alguém acima de tudo está próximo à submissão total, o que pode trazer muito sofrimento e frustração a quem desempenha esse papel, pois aquele que age assim esquece-se até do amor próprio, tolerando muitas coisas para não desagradar o ser amado.

Outro questionamento importante: E se por alguma fatalidade ou pelo término do relacionamento esse grande amor nos faltar? Isso não pode ser o fim para nós, temos que ter outros objetivos, como sucesso profissional por exemplo. Nesta situação também é interessante dinamizar nossa vida social, pois estar com os amigos costuma injetar-nos animo e essa talvez seja a hora de tirar alguns antigos sonhos do armário, pois sempre há tempo para tentar realizar o que se deseja.

Ao encontrar esse alguém tão especial, viva intensamente esse amor, entregue-se, descubra os melhores meios para que a felicidade habite entre vocês, desfrute de cada momento, mas se o fim desse história chegar, descubra que é apenas um recomeço...

 

Daniel A. S.

 



Escrito por Daniel A. S. às 00h06
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Rotina

 

Há momentos em que nossa vida parece não apresentar nada novo, é como se o tempo simplesmente passasse e nós apenas vivêssemos imersos em nossa rotina, porém afirmar que o dia-a-dia não nos oferece nenhuma novidade, que os dias estão transcorrendo basicamente iguais talvez não seja muito correto.

Se analisarmos tudo que fizemos, tudo que nos aconteceu e como nosso modo de pensar mudou de dez anos para cá talvez consigamos enxergar que não somos os mesmos, que muita coisa aconteceu sim.

O tempo passa ligeiro, cumprimos nossas tarefas diárias como se estivéssemos “ligados no automático”, mas isso não impede que pequenos fatos aconteçam e permitam que diferenciemos um dia do outro, seja algo corriqueiro como um molho que cai na roupa durante a pausa para o lanche, ou um encontro inesperado a caminho do trabalho que nos proporciona breves minutos de contentamento, ou o mau funcionamento de um software que atrasa nosso serviço, ou um filho doente em casa, ou até mesmo um desentendimento com quem se ama que nos deixa aborrecidos por horas.

É inevitável seguir horários, cumprir regras, executar tarefas, mas não se deixe enganar, um dia nunca é exatamente igual ao outro, se formos capazes de atentarmo-nos aos detalhes perceberemos que a rotina não é tão concreta quanto parece.

 

Daniel A. S.

 



Escrito por Daniel A. S. às 21h38
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