Coisas simples e intensas
 

  

Desejos para 2015

Cheios de esperança e projetos devido a proximidade do início de 2015, desejamos uns aos outros paz, felicidades, saúde, realizações etc. Sabe o que talvez fizesse com que esses votos se realizassem realmente?

Se cada indivíduo se esforçasse de verdade para ser mais tolerante com os que os cercam e com as situações nas quais somos envolvidos, se respeitássemos mais cada um  que transita por nossa vida.

Se julgássemos e condenássemos menos as atitudes de nossos semelhantes, reduzindo ao mínimo maldizeres e ofensas, pois, sendo humanos, raramente há contextos isolados que justifiquem determinadas ações, visto que somos e agimos de acordo com tudo o que já vivemos, presenciamos e absorvemos.

Se acreditássemos mais em nosso potencial e lutássemos por nossos desejos íntimos ao invés de olhar tanto para o lado, cobiçando o que o outro conquista, porque não sabemos o caminho trilhado por esse para obter seus êxitos - acredite, cada um tem seus próprios tipos de dificuldades a superar, talvez sucumbíssemos aos obstáculos alheios.

Bom mesmo seria se conseguíssemos somente fazer ao outro o que gostaríamos que conosco fosse feito.

Apesar de ações simples, não são de fácil prática, mas deveríamos nos esforçar ao extremo, para fazer destas práticas hábitos.

Desejo a vocês que, em 2015, absorvam as ideias acima expostas, pois talvez assim, pouco a pouco, consigamos transformar esta Terra em um lugar melhor, com muito mais paz, alegria de viver e realizações individuais.

Daniel A. S.

 

 



Escrito por Daniel A. S. às 22h56
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Opiniões respeitáveis

Viver bem depende um pouco de nos importamos com as opiniões certas, a das pessoas que realmente se importam conosco, a de nossos amigos apenas, e de compartilharmos com eles nossos feitos, lembranças e desventuras, nos tornando mais próximos.

 Quem te ama sempre vai te amar e desejar seu bem, seja sua família, amigos verdadeiros e parceiros, pois o amor pode até mudar de forma, de intensidade, e sintonia, mas amor mesmo nunca passa, fica lá, escondido, como uma fotografia velha que volta e meia encontramos ao arrumar a casa. A estas pessoas devemos respeitar e ouvir, todo o excedente é personagem secundário em nossa história de vida.

 

 

Daniel A.  S.



Escrito por Daniel A. S. às 20h47
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Paz em meio a tormentas

 

Alguns períodos de nossas vidas são turbulentos e nos deixam apesarados, seja por conflitos profissionais, afetivos ou por toda sorte de infortúnio que desestabilizam nossa paz, cegando-nos para os demais acontecimentos que fogem ao foco de nossos problemas. Acredita-se que há alguns artifícios capazes de abrandar muito angustias de um coração calejado, como o perdão, a renúncia, e o amor.

 

O perdão acalenta a alma devido à sua natureza libertadora. Perdoar consiste em não mais permitir que ofensas ou situações passadas nos submersam no mais escuro breu de sentimentos danosos. Quando perdoamos é necessário deixar com que toda mágoa e dor se desprenda de nós, mesmo que não queiramos mais contato com o que nos originou a mácula.

 

Renunciar é aceitar que, quando ninguém faz nada, nada é feito. Se ninguém clamar por mudanças, nem nós mesmos, só nos resta renunciar ao direito de sofrer por situações desagradáveis, que ciclicamente voltam a nos aborrecer. Renunciemos a ira, ao ressentimento, ao mau humor para, assim, prosseguirmos sem permitir que o que passou se torne um pensamento fixo e autodestrutivo, sem permitir que nossa mente seja inundada por obscuridades.

 

O amor pode nos manter erguidos, apesar de cada tormenta vivida, mas não somente o amor direcionado e recebido de nossa família, cônjuge e amigos, também nos fortalece o amor de aspecto mais amplo, fraternal, prestativo, que nos impulsiona a fazer o bem desinteressadamente, a conhecidos e a estranhos, simplesmente por perceber que precisam de nossa ajuda. O amor e a caridade acalmam, trazem paz e livram do tédio corações feridos.

 

Não há receitas totalmente satisfatórias para nos conduzir à felicidade, pois cada ser humano traz consigo seu próprio universo, mas indexar, pouco a pouco, mudanças a fim de manter nossa paz interior, nos ajudaria a caminhar com mais leveza vida a fora.

 

 

                                                                                          Daniel A. S.



Escrito por Daniel A. S. às 13h32
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Boas ações

 Habituados com nossas rotinas diárias, focados em metas a serem cumpridas, sob os mais diversos tipos de pressão em nosso trabalho e vida pessoal, acabamos por nos enclausurar cada vez mais em nosso mundinho particular, e com isso, muitas vezes esquecemos do que acontece ao nosso redor, olhamos, mas não vemos. Deixamos de enxergar que à nossa volta estão os marginalizados, excluídos do convívio em sociedade, carentes de vestimentas, de alimentos e até mesmo de atenção, de quem ouça suas histórias e tente depositar a fé, que há tempos foi se perdendo, de volta em seus corações. Esse individualismo ao qual nos submetemos também vem nos tornando cada vez menos cordiais uns com os outros, e isso vai desde um simples bom dia ao ceder-se um assento a um idoso ou a alguém que segure uma criança no colo em um ônibus.

Simples ações como a de separar as roupas que não mais usamos e remetê-las a uma instituição beneficente, que as direcionem aos mais necessitados e doar alimentos às campanhas que os recolhem e os destinam a população carente, já abrandariam, um pouco que seja, a miséria em que muitos vivem. Outra maneira de levar um pouco de alegria a essas pessoas, sejam órfãos, idosos ou indigentes, é dar-lhes um pouco de atenção, reservar um pouco do nosso tempo para este fim. É certo que não sabemos mensurar os efeitos positivos que uma singela conversa pode causar no dia de alguém, que há tempos não tem o prazer de ser lembrado, de ser tratado com dignidade e respeito.

Apesar de o ritmo de nossas vidas constantemente requerer muito de nosso tempo e de nossa concentração, não devíamos permitir que isso nos fizesse esquecer de sermos cordiais com o próximo, de termos mais urbanidade ao trafegarmos pelas ruas. Um “por favor”, um “com licença”, um “obrigado”, nunca é de mais. A verdade é que hoje em dia já não nos importamos tanto com as pessoas, pois ser educado, dar atenção a um amigo, a um ente querido, é muito fácil, e é o que eles esperam de nós. O que anda em falta nesses tempos, é aquela cordialidade gratuita, com cada um dos desconhecidos que de alguma forma participam do nosso dia.

 Talvez se fizermos algumas boas ações a cada novo dia, e se nos esforçarmos em tratar nosso semelhante da mesma forma com a qual gostaríamos de ser tratados consigamos viver em um mundo mais agradável para todos.

 

Daniel A. S.

 



Escrito por Daniel A. S. às 19h08
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Caminhando pela cidade

 

Caminhando pelas ruas da cidade percebo sua evolução, vejo o contraste da arquitetura dos fundadores com os traços modernos de Niemeyer, que por sua vez divergem dos novos prédios que vão surgindo. Admiro a beleza das árvores centenárias da praça central, elas certamente assistiram a ascensão e a queda de nossos governantes, viram os jardins que as cercam serem modificados tantas e tantas vezes que deixaram poucos vestígios do que idealizou seu paisagista, também presenciaram a velha igreja católica em frente à prefeitura se transformar em um suntuoso santuário. Foram nessas árvores que eu, quando criança, procurava curioso por um bicho-preguiça.

Passo pelo calçadão, antes apenas uma rua com várias lojas em ambos os lados, hoje uma das principais artérias desse nervoso sistema urbano, com seus pontos comerciais cobiçados por quase todos os lojistas. Mais à frente enxergo os lugares onde haviam tradicionais e prósperas lojas que acabaram cedendo  espaço a uma dessas redes que comercializam móveis e eletroeletrônicos, anunciando suas promoções nos canais de TV aberta.

Vejo Shopping Centers sendo erguidos, constato o aumento do fluxo de automóveis, o que torna o trânsito mais complicado e cansativo, ao ponto de mal se conseguir uma vaga para estacionar. Assisto melhorias sendo feitas por iniciativa pública e/ou privada, como a velha chácara em ruínas que foi transformada em uma das mais belas praças da cidade e a antiga fábrica têxtil que virou um importante centro cultural com um pequeno teatro, salão para exposições de artes plásticas, além de abrigar a biblioteca pública e vários projetos sociais.

Então, ao terminar meu passeio, fiz uma reverência ao tempo, que nos envelhece, ameniza as dores e muda a paisagem.

 

Daniel A. S.

 



Escrito por Daniel A. S. às 14h01
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Consumismo

 

Vivemos em uma sociedade cada vez mais voltada para o consumismo desenfreado, onde a cada dia a mídia vem influenciar nossas vidas, tentando inserir em nossos anseios objetos de desejo cada vez mais modernos e inovadores, seja uma nova tendência da moda para a próxima estação, um celular que concentre várias funções ou um novo carro com os mais diversos aparatos tecnológicos. Conforto é bom, ninguém nega, todos querem, desejamos morar em uma casa aconchegante, com os mais variados tipos de eletrodomésticos para facilitar os afazeres do lar, queremos também toda sorte de eletroeletrônicos para nos servir nas horas de lazer. Mas, será que realmente precisamos de toda essa diversidade de bens de consumo para conseguir satisfação pessoal? Será que realmente usamos tudo o que adquirimos ou algumas coisas compramos pelo simples desejo de possuí-las? Deveríamos, antes de qualquer aquisição, refletir se realmente aquele bem se faz necessário ou se é simplesmente algo que vai suprir uma vontade momentânea. Dessa forma, evitaríamos abarrotar ambientes com objetos de pouca utilidade para nós, além de deixar de gastar dinheiro com coisas supérfluas. Consideremos, ainda, que o que é necessário para uns talvez seja totalmente dispensável para outros.

 

Daniel A. S.

 



Escrito por Daniel A. S. às 17h44
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Insegurança

 

            De tempos em tempos precisamos promover mudanças em nossas vidas, buscando evoluir em algum aspecto, seja no campo profissional, tentando progredir em nossa carreira, ou no pessoal, como tornar um relacionamento mais sério, ou algo como mudar de cidade, começar do zero, o que acaba interferindo nos outros fatores mencionados.

No âmbito profissional, volta e meia somos tomados por certa inquietude, pois conhecedores que somos de nossas capacidades, temos certeza de que podemos contribuir para o melhor funcionamento dos serviços, mas desejamos ser melhor remunerados por isso. Quando percebemos que falta interesse dos que podem concretizar esse anseio, começamos a questionar se algum outro empregador não estaria mais disposto a nos pagar mais pelo que somos capazes de fazer. Aí vem a vontade de mudar de emprego, e quando essa oportunidade surge, nos faz pensar se realmente vale a pena deixar a segurança que o atual trabalho nos traz em razão de algo novo, de se consolidar mais uma vez em uma empresa diferente. Essa resposta somente nós mesmos temos, basta ser um pouco racional, ponderando vantagens, desvantagens e não tomar nenhuma atitude precipitada demais.

            Um prenúncio de mudança surge quando estamos com alguém e temos  convicção de que é com esse alguém que queremos compartilhar tudo, é chegada a hora do “eu te amo, então vamos casar”, mas sabemos que nossa vida mudará bastante com isso, teremos muito mais responsabilidades e deveres um com o outro e essa união vem cheia de acordos, concessões e mudanças de hábito, pois não é possível levar uma vida de solteiro estando casado, além do mais deixaremos o convívio diário com nossos familiares para formarmos nossa própria família. Não é incomum pensarmos se realmente vai dar certo, que talvez ainda não seja o momento certo para firmar essa união. Acreditemos e embarquemos nessa nova vida seguros do que estamos fazendo, de que tudo vai dar certo sim, esqueçamos os “se”, os “talvez” e caminhemos com passos cada vez mais firmes rumo a essa nova etapa.

            Outra questão que nos aflige é quando, por algum motivo, seja pela violência que nos cerca, pelo caos urbano ou pela simples busca de novas oportunidades nos vemos compelidos a mudar de cidade, deixando para trás emprego, família, amigos e todo um estilo de vida com o qual já estávamos habituados. Sentimos medo, medo de não nos adaptarmos, de começar tudo do zero, de fracassarmos e ter de voltar precisando de amparo. É, meus amigos! Não tem jeito, a vida é feita de escolhas, algumas trazem sucesso, satisfação pessoal, em outras nos frustramos, mas não tenhamos tantos receios, errar é permitido, seja como for sempre há tempo para recomeçar, tentar voltar com as coisas para o exato lugar onde estavam ou fazer tudo diferente e obtermos um resultado talvez até melhor, o importante é dar o primeiro passo para conseguirmos a mudança que almejamos em nossa vida.

            Mudanças geram medo, insegurança, desconforto, dúvida. Certos de que devemos inserir mais ousadia em nossa vida, buscando um futuro mais próspero, ainda assim somos rodeados por incertezas. Sabemos que para concretizar algo, 95 % é planejamento e 5 % é intuição, então tracemos nossas metas, organizemo-nos, e na dúvida, percorramos o caminho indicado pelo coração.

 

 

Daniel A. S.

 



Escrito por Daniel A. S. às 10h51
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Desventuras

 

Quando estamos imersos em situações que constantemente perturbam nossa paz e não vemos como amenizar isso, pois algumas de nossas inquietações são causadas por terceiros e esses nem sempre manifestam vontade de sanar as questões que nos afligem, talvez seja essa a hora que mais precisamos mudar algo em nós, mudar de postura diante dos acontecimentos, dar um basta, colher a tempestade que outrora alguém plantou.

Façamos o que é justo e necessário para reestruturar as coisas, sendo leal com nossos princípios, com nossos valores. Às vezes uma boa conversa resolve vários desentendimentos, mas há quem só ouve, que só procura entender o que lhe convém, nesse caso, atitudes mais rígidas são necessárias e essas podem ter um forte impacto, deixando marcas profundas, mesmo assim são imprescindíveis para que se possa abolir o sistema que já não funciona muito bem e substituí-lo por um novo, tentando-se assim, ajeitar as coisas, pois nos acostumarmos com aquilo que não nos faz bem certamente nos traz infelicidade.

 

Daniel A. S.



Escrito por Daniel A. S. às 10h51
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Sonhos

 

Imersos em nossas tarefas cotidianas, concentrados em nossos afazeres, volta e meia nos dispersamos, o pensamento vai longe, para algum acontecimento feliz que estava guardado na memória, para uma atividade mais prazerosa ou para a idealização de um sonho, e é aí que a imaginação cria asas.

 

Sonhar com o que é possível ser realizado parece alimentar nossa alma, renova as esperanças, nos dá forças para seguir em frente, mas somente sonhar não basta, se é algo que possamos alcançar, devemos traçar metas, criar meios com os quais se possa tirar esse sonho do pensamento e torná-lo mais concreto.

 

Sonhar absurdos também traz felicidade, apesar de ser algo que dificilmente concretizaremos, o simples fato de pensarmos em algo que nos apraz já causa certo contentamento.

 

Resgate seus sonhos mais antigos, reformule-os se preciso for, não tenha medo de parecer ridículo, some-os a seus novos anseios, nunca se é velho demais para se realizar um antigo sonho ou uma vontade repentina.

 

Daniel A. S

 



Escrito por Daniel A. S. às 13h22
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Paz

 

Uma das coisas que precisamos para viver bem, em harmonia conosco e com tudo que nos cerca, é a paz, e nem sempre é tarefa muito fácil atingir esse estado de espírito. Viver em paz não exige uma vida sem problemas, sem conflitos, mas depende da forma como cada um de nós os encara.

Perdoar ao invés de ficar remoendo acontecimentos passados é algo que contribui para manter-se em paz, ressentir (ressentimento) é sentir de novo aquilo que te fez mal, isso só nos entristece, deixa a mágoa viva em nossos corações. Perdoe e deposite as ofensas em uma caixa, inacessíveis á lembrança.

Reservar um tempo só para si, para fazer o que te sacia e apraz, seja ler livros ou revistas, caminhar descontraidamente admirando a paisagem, admirando a beleza das coisas, assistir a um bom filme, ouvir as músicas que gosta, relaxar... O que nos faz bem ajuda-nos a vivenciar a paz.

Evitar sofrer por antecedência, não ficar imaginando situações desagradáveis, auxilia-nos a permanecer em paz, nem sempre as coisas tem um desfecho tão negativo quanto imaginamos. Quando algo realmente dá muito errado, temos é que nos esforçar para consertar.

Não permitir que pequenos aborrecimentos do cotidiano nos atormente ao longo do dia contribui para a manutenção da paz interior. Devemos lembrar também que nossas ações desencadeiam reações, prudência no falar e no agir não faz mal a ninguém, cuidemos para não despertar emoções em nós mesmos e nos outros cujas quais não estamos aptos para lidar.

Essa vida é uma só, e passa rápido - acredite. Trilhar um caminho cheio de paz e felicidade quase sempre só depende de nós mesmos, a forma como encaramos o mundo é que faz toda diferença...

 

Daniel A. S.

 



Escrito por Daniel A. S. às 08h59
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Felicidade

 

Ao longo de nossa caminhada buscamos, entre tantos outros objetivos, a felicidade, nem sempre percebemos com muita clareza que ela não está no final do caminho, pronta, plena, esperando ser alcançada, mas podemos encontrar pequenas porções de alegria a cada passo que damos em nossa jornada.

Quem sabe essa tão sonhada felicidade seja o somatório de momentos felizes que vão surgindo dia após dia, fixando-se na memória e vindo à tona em forma de doces recordações, e quando começamos a visitar essas memórias, algo como uma reação em cadeia acontece, e de repente ficamos extasiados em meio a tantas lembranças aprazíveis, com um largo sorriso no rosto.

Talvez a própria jornada, passo a passo, em um processo contínuo, sutil, quase imperceptível, seja o que constrói nossa felicidade.

 

                                                                                                         Daniel A. S.

 



Escrito por Daniel A. S. às 10h05
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Belezas femininas

 

Beleza que passa discreta, exibindo pouco, mostrando apenas suaves contornos, deixando o que se esconde desde os ombros até o tornozelo a critério da imaginação de quem a vê passar, e segue graciosamente sem ter a exata noção de quão bela é.

Beleza moleca, com jeito levado, que deixa sorrisos sinceros, sem malícia, pelo caminho. Despreocupada, leve, talvez com pouca pretensão de ser bela, mas em seu intimo é totalmente conhecedora da magia e da arte de se saber mulher.

Beleza concreta, incontestável, formas, volumes e gestos, faz até cego olhar para trás e dizer “ual”. Sabe valorizar o que a agrada e esforça-se para melhorar o que não está a seu gosto, essa sim, tem consciência de que é linda, sensual, desejada e gosta de ser assim.

Salve a diversidade, são tão diferentes, cada uma a seu modo, encantando quem olha e arrancando merecidos elogios. Ah! Essas mulheres brasileiras, um charme sem igual.

 

 

 Daniel A. S.

 

 



Escrito por Daniel A. S. às 18h11
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Este blog foi agraciado com mais um selo, desta vez oferecido ao Coisas simples e intensas pelo blog http://thplacebo.blogspot.com , a quem agradeço e presto minhas considerações.

As regras:

1ª- Exibir a imagem do selo "Seu blog é ROXIE!" e escrever essas regras abaixo dele.


2ª- Colocar quem te deu o selo nos seus blogs indicados (amigos).


3ª- Escrever cinco coisas que são ROXIE (1ª. sobre música, 2ª. sobre televisão e cinema, 3ª. três países que gostaria de conhecer, 4ª. três cores favoritas e 5ª. três hobbies).


4ª- Indicar 10 blogs que você ache ROXIE.


5ª- Avise a pessoa que você indicou, deixando um comentário para ela

 

Coisas que são Roxie para mim:

 

Música: Jota Quest, Red Rot chili Pepers, Vanessa da Mata, Santana, Yves Larock

Televisão e cinema: Sem censura, Fantástico, Séries internacionais, As cinco pessoas que você encontra no céu, O ilusionista

Três Países que gostaria de conhecer: França, Egito, EUA (Havaí)

Três cores favoritas: Azul, vermelho, preto.

Três hobbies: Andar de bike, assistir a filmes, escrever

 

E os indicados são:

 

http://www.ocri-critico.blogspot.com

http://babelpontocom.blogspot.com

http://www.sac-geral.blogspot.com

http://livreiniciativa.wordpress.com

http://fogodeletras.blogspot.com

http://martonolympio.blogspot.com

http://www.farofaapimentada.blogspot.com

http://entaoleia.blogspot.com

http://www.mijeiderir.blogspot.com

http://avestruzalbino.blogspot.com

 

 

Daniel A. S.



Escrito por Daniel A. S. às 22h37
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Viver um grande amor

 

Em nossa caminhada, buscamos entre outras prioridades, viver um grande amor, aquele que nos faz pensar que a figura que despertou esse sentimento em nós é o que há de mais importante em nossa vida (talvez realmente seja) e muitos de nós transforma esse ser tão amado em sua razão de viver, incluindo-o em absolutamente todos os seus planos, chegando a perder boas oportunidades para que nada atrapalhe essa relação.

Vamos levantar uma questão: quando encontramos esse amor priorizamos mais o “nós”, o “eu” ou colocamos o outro acima de tudo? Valorizar o “nós” seria ambos estarem dispostos a fazerem concessões e alguns acordos buscando juntos a felicidade um do outro. Dar valor ao “eu” é algo como exigir concessões e sacrifícios sem estar disposto a oferecer uma contrapartida, é concordar com o que o outro diz, mas fazer tudo a sua maneira, é exigir que suas vontades sejam atendidas sem se importar tanto com as do outro. Colocar alguém acima de tudo está próximo à submissão total, o que pode trazer muito sofrimento e frustração a quem desempenha esse papel, pois aquele que age assim esquece-se até do amor próprio, tolerando muitas coisas para não desagradar o ser amado.

Outro questionamento importante: E se por alguma fatalidade ou pelo término do relacionamento esse grande amor nos faltar? Isso não pode ser o fim para nós, temos que ter outros objetivos, como sucesso profissional por exemplo. Nesta situação também é interessante dinamizar nossa vida social, pois estar com os amigos costuma injetar-nos animo e essa talvez seja a hora de tirar alguns antigos sonhos do armário, pois sempre há tempo para tentar realizar o que se deseja.

Ao encontrar esse alguém tão especial, viva intensamente esse amor, entregue-se, descubra os melhores meios para que a felicidade habite entre vocês, desfrute de cada momento, mas se o fim desse história chegar, descubra que é apenas um recomeço...

 

Daniel A. S.

 



Escrito por Daniel A. S. às 00h06
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Rotina

 

Há momentos em que nossa vida parece não apresentar nada novo, é como se o tempo simplesmente passasse e nós apenas vivêssemos imersos em nossa rotina, porém afirmar que o dia-a-dia não nos oferece nenhuma novidade, que os dias estão transcorrendo basicamente iguais talvez não seja muito correto.

Se analisarmos tudo que fizemos, tudo que nos aconteceu e como nosso modo de pensar mudou de dez anos para cá talvez consigamos enxergar que não somos os mesmos, que muita coisa aconteceu sim.

O tempo passa ligeiro, cumprimos nossas tarefas diárias como se estivéssemos “ligados no automático”, mas isso não impede que pequenos fatos aconteçam e permitam que diferenciemos um dia do outro, seja algo corriqueiro como um molho que cai na roupa durante a pausa para o lanche, ou um encontro inesperado a caminho do trabalho que nos proporciona breves minutos de contentamento, ou o mau funcionamento de um software que atrasa nosso serviço, ou um filho doente em casa, ou até mesmo um desentendimento com quem se ama que nos deixa aborrecidos por horas.

É inevitável seguir horários, cumprir regras, executar tarefas, mas não se deixe enganar, um dia nunca é exatamente igual ao outro, se formos capazes de atentarmo-nos aos detalhes perceberemos que a rotina não é tão concreta quanto parece.

 

Daniel A. S.

 



Escrito por Daniel A. S. às 21h38
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